DESENVOLVA UM NEGÓCIO SUSTENTÁVEL: STARTUP ENXUTA – PARTE 2


Lean Startup Startup Enxuta

Continuamos aqui nosso resumo sobre o já clássico livro de Eric Ries. Nesta matéria, abordamos os capítulos 1 e 2, que falam das origens deste método que busca a criação de uma “fábrica de inovação contínua”. Para acessar o primeiro texto sobre a obra, clique aqui.

Capítulo 1: Visão

1.1) Começar
Os empreendedores costumam desconfiar de práticas gerenciais tradicionais, achando que elas podem reprimir a criatividade. Afinal, se os avanços tecnológicos possibilitaram um aumento de produtividade sem precedentes, a falta de um modelo gerencial apropriado para as novas iniciativas de produção tem feito com que as empresas experimentem uma curva de sucesso e fracasso com rapidez impressionante. A startup enxuta veio justamente para impedir isso.

A startup enxuta é uma adaptação do método nascido na Toyota, cujos princípios são:

1) Aproveitamento do conhecimento e da criatividade de cada funcionário;
2) Redução dos lotes e produção “just in time” (sob demanda);
3) Controle do estoque e aceleração do tempo de ciclo.
A diferença é que o progresso na manufatura é medido pelo aumento na qualidade do bem produzido. Já a produtividade na startup é medida pela “aprendizagem validada”, em que a interação rápida com o consumidor é fundamental.

1.2) Definir
Qualquer pessoa que está criando um novo produto ou negócio sob condições de extrema incerteza é um empreendedor, não importa onde trabalhe. O importante é que a empresa use o paradigma administrativo adequado ao problema da inovação contínua da economia moderna.

Para fazer sucesso (e mantê-lo) é preciso saber como uma equipe deve agir depois de formada, que processos deve utilizar e quais devem ser as responsabilidades de cada um.

Vale lembrar que hoje inovar é fundamental mesmo para as empresas estabelecidas, pois a demanda por “novidade” é cada vez maior. Enfim, o único caminho sustentável de uma empresa para o crescimento econômico a longo prazo é criar uma “fábrica de inovação contínua” utilizando as técnicas da startup enxuta para criar inovações radicais continuamente.

Quem quer ser um bilionário?


bilionarios

A cúpula dos líderes mundiais está reunida em uma sala secreta da ONU. O terrível Dr. Evil – que ainda não foi derrotado pelo agente inglês Austin Powers – ameaça destruir o mundo com uma arma nuclear se as nações não lhe pagarem a quantia de… cem Milhões de dólares! Todos dão gargalhadas na sala. Só isso para salvar o planeta?

O vilão desta paródia de filmes de espião, estrelada por Mike Myers, tinha ficado congelado desde a década de 1970 e desconhecia completamente o cenário econômico internacional. Envergonhado, ele se corrige: cem Bilhões de dólares – e aí sim, todos entram em pânico com o valor.

Nas estantes dos livros de negócios, o cenário é bem parecido. Apesar do grande número de títulos ainda estampar “milionário” na capa, o topo da “cadeia alimentar” agora é dominado pelos bilionários. Um grupo bastante seleto, que leva nove zeros antes da vírgula em suas contas bancárias.

Para dizer quem são, onde vivem, o que pensam, de onde vieram as maiores fortunas globais e principalmente o que eles têm em comum, o jornalista Ricardo Giromel destrinchou um universo VIP de cerca de 1600 nomes da lista dos maiores ricos do mundo. Pessoas que provavelmente nunca vão ter a emoção de parcelar uma compra em dez vezes, pegar um ônibus lotado na hora do rush, ou optar por um queijo menos requintado no supermercado.

Apesar de no imaginário popular viverem em um mundo de casas suntuosas, roupas de grifes caras, carrões, jatinhos, festas e glamour, muitos bilionários (principalmente os empreendedores) fogem do estereótipo.

Que digam os filhos de Warren Buffet que sempre foram de ônibus para a escola, cursaram o ensino público e um belo dia descobriram quanto dinheiro a família tinha. Foi em 1987, quando foi publicada a primeira lista da Forbes. Seu filho, Peter, já tinha mais de 20 anos e ficou tão surpreso quanto seus vizinhos. Outro caso que passa longe da ostentação é de George Joseph, que usa os mesmos ternos há mais de uma década.

O livro destaca essa aversão aos gastos frívolos dos bilionários – afinal, eles preferem muito mais ganhar e acumular dinheiro do que torrar por aí. Para isso, trabalham muito. Em uma pesquisa com 50 deles, descobriu-se que mais de 60% trabalha de 40 a 60 horas semanais; 29,8% mais de 60 horas por semana; e apenas 2,1% por menos de 4 horas. Ou seja, se você pensar em ficar muito muito rico, provavelmente isto não vai ser um sinônimo de descanso!

Uma relevante característica em comum dos bilionários foi: ser empregador e não empregado. A grande maioria não trabalha por salários, e sim por participação nos lucros de empresas que administram ou são sócios. Falando em sociedade, Steve Case, fundador da America Online (AOL) sugere que é preciso concentrar-se também com quem você vai trabalhar: “De fato, já foi dito muitas vezes que o que você faz é menos importante do que com você faz isso – que as pessoas com as quais você se rodeia, se um cônjuge, ou amigos, ou colegas de trabalho, acabaram por ser o principal fator determinante do curso que sua vida vai tomar”. Resumindo, ‘tubarão anda com tubarão’.

A educação é outro ponto em comum. Vide a paixão de Jorge Paulo Lemann sobre o tema. Como já afirmou Jim Rohn, um dos maiores palestrantes motivacionais do mundo, “A educação formal vai fazer você ganhar a vida; autoeducação vai fazer você ganhar uma fortuna”.

Os bilionários também tem uma característica comportamental que muito se fala em aulas e reportagens de empreendedorismo: eles permitem-se errar, cometem novos erros e fracassam até acertar, rumo ao sucesso. São pacientes, assíduos e perseverantes, como os alquimistas da música de Jorge Ben, mas também tenazes e com sangue nos olhos para realizar!

E além disso, são sensíveis à filantropia. Cada vez mais, doam fatias imensas de seu dinheiro. “A realidade da grande fortuna é que você não pode gastá-la e você não pode levá-la com você. Durante décadas, eu tenho me comprometido em oferecer a maior parte da minha riqueza para causas que me apaixonam”, afirmou Michael R. Bloomberg, magnata do mercado financeiro.

Apesar de suas contas bancárias recheadas e o nome imponente na lista da Forbes, o livro mostra que em diversos aspectos os milionários são gente como a gente. E como super-heróis estão prontos para colocar seu dinheiro para jogo, quando o assunto é salvar o planeta (tomara que consigam!).

Artigo: Seja bom no que faz, mas fique de olho nas finanças!


planejamento finanças

Por: Rodrigo Santiago

Ontem eu estava conversando com uma amiga que como eu também tem um empreendimento no mercado casamenteiro, e ela comentou do choque que teve ao saber que uma empresa aparentemente sólida tinha quebrado. A tal empresa já estava no mercado há nove anos, participava de feiras e exposições e já tinha feito centenas de casamentos. É mesmo bizarro que isso tenha acontecido, mas me assustou menos do que ela imaginava.

Eu tenho quase certeza (obviamente posso estar errado) que foi por motivos financeiros. Pra contextualizar, nesse mercado é muito normal recebermos bem antes do casamento acontecer, o cliente parcela em infinitas vezes para que ele possa ter tudo o que deseja no seu evento. E para alguém não organizado financeiramente é uma corda no pescoço. Porque se não tomar cuidado, você gasta o dinheiro todo antes do evento e no dia fica sem dinheiro para custear o que for necessário.

Em um momento de economia crescente, você até pode apostar um pouco que irá fechar novos contratos e essa receita servirá para fazer o tal evento. Mas hoje em dia, com tantas demissões em massa e atrasos salariais, o cliente com casamento marcado é pego de surpresa e acaba atrasando todas parcelas em que ele está envolvido. Enquanto quem planejava casar acaba adiando. E é aí que o fornecedor desorganizado financeiramente se complica: ele não alterou seu estilo de vida, nem adequou sua forma de lidar com o recebimento de parcelas de uma maneira mais saudável e segura. Ou, ainda não se deu conta das despesas desnecessárias em que vem se envolvendo.

Minha sugestão pros meus clientes, já que eu presto consultoria e assessoria para várias empresas do mercado, é sempre o mesmo: a única parte que você pode gastar antes do casamento é o seu lucro, nunca o valor direcionado a custear o evento, esse último deve ficar guardado até o dia. E caso você precise retirar algum valor como forma de antecipação, você deve restituí-lo assim que puder para que não prejudique o acertado em contrato e os custos já previstos.

A solvência financeira da sua empresa anda lado a lado com a qualidade do seu produto ou serviço, por isso não ignore, se proteja e planeje. E se precisar de ajuda, pode contar comigo!

Planejamento, colaboração, persistência… e formigas!


formigas colaboração

Estava lendo um filósofo de negócios, Jim Rohn, que sugere que todos deveriam estudar as formigas! Gostei tanto que quis compartilhar para a gente meditar nesse momento delicado que estamos atravessando.

As formigas têm uma “filosofia” baseada em quatro princípios.

O primeiro princípio é que as formigas não desistem. Veja como uma coisa simples é fundamental na vida. Se uma formiga está andando em uma direção e você tenta fazê-la parar, ela vai achar uma outra forma de avançar. Ela tentará passar por cima, pelos lados ou por baixo. Sempre procura um outro jeito. Que filosofia interessante: nunca deixe de procurar jeitos diferentes de chegar aonde quer.

Segundo, as formigas pensam no inverno durante todo o verão. É uma perspectiva interessante. Ninguém pode achar que o tempo bom vai durar para sempre. As formigas passam o verão todo juntando comida para sobreviver durante o inverno. Elas se preparam pensando no futuro.

A terceira parte da filosofia das formigas é que elas pensam no verão o inverno inteiro. Isso é muito importante. No inverno, as formigas motivam-se pensando: “Este tempo horrível já vai passar, logo sairemos daqui”. E, no primeiro dia de sol, elas saem correndo do formigueiro, motivadas a trabalhar e descobrir coisas novas. Se esfriar novamente, voltam para dentro, esperando mais uma vez que esquente para que possam sair.

E aqui está a última parte da filosofia das formigas. trabalham sempre em equipe. Já dizia Raul Seixas, Raul Seixas – A formiga é pequena, mas elas, quando juntas, são um exército!

Que filosofia interessante! Todas as palestras sobre crise que tenho assistido têm passado a mesma mensagem: resiliência, criatividade, otimismo, planejamento e parceria. Igual às formigas!

Flávia Fernandes possui mais de 16 anos de experiência em apresentação de cerimônias e eventos corporativos, mediação de debates, cursos e treinamentos de técnica de apresentação e oratória. Formada em administração de empresas, com MBA em Gestão do Conhecimento e especialização em treinamento corporativo na Suíça. E também é colunista do Debase.

O empreendedor e seus múltiplos negócios


multiplos negócios empreendedorismo

Há uns dez anos atrás, era super mal visto um empreendedor iniciante ou que estava se consolidando estar envolvido em diferentes negócios. Isso só era permitido se o empreendedor em questão tivesse um perfil de investidor. Aos poucos o estigma de “perdido” foi PERDENDO a força, mas ainda existem certos grupos de resistência.

Há um ano e meio atrás eu ouvia repetidamente de outros profissionais que por atuar em diferentes áreas eu parecia “atirar para todos os lados”. Me diziam que eu deveria escolher uma carreira para empreender e focar nela. O motivo, diziam, era porque outras pessoas já comentavam a mesma coisa, que isso estava prejudicando a minha imagem.

Então, primeira coisa: f***-se esses outros profissionais! Ninguém tem o direito de falar o que devo ou não deixar de fazer. Inicialmente eu não pensei nisso, claro, mas concordei com a questão e tentei sim direcionar meus esforços para um só negocio. Nem preciso dizer que isso não durou muito tempo, por conta da demanda de diferentes clientes demandando os diferentes serviços em que eu estava envolvido. Ou seja, existia gente querendo me remunerar para trabalhar em cada um dos meus negócios porque considerava que eu era ótimo naquela área específica.

Para vocês entenderem, nunca escondi de ninguém as diferentes áreas que estava envolvido e os negócios que tocava. Mas me deixei levar pela opinião desses outros profissionais. Foi só quando comecei a reparar que estava negando muitos trabalhos (e consequentemente negando dinheiro, portfólio e reputação) que meio que acordei e dei um basta na situação.

Hoje percebo que os meus clientes se interessam por eu ser multifacetado e ter todas essas maravilhosas experiências profissionais, que de uma forma ou de outra acabando se complementando. Consigo trazer o bom de cada uma delas e diversas vezes faço um cross business entre elas.

Além disso, a nova geração de empreendedores está cada vez mais multifacetada, explorando seus diversos talentos financeiramente e levantando a bandeira de que é normal e nenhum pouco prejudicial você ter dois ou três focos de atuação profissional.

Minha sugestão então é essa: se liberte das amarras da sociedade e de players que só julgam e façam tudo o que amem! Coloque pra jogo todas as suas habilidades e seja feliz empreendendo em diversas áreas!

Rodrigo Santiago é Relações Públicas/PR, empreendedor, consultor de negócios, especialista em transformar empresas e empreendedores em negócios bem sucedidos, blogger do coletivo Brazilian Blogs e colunista do Debase.

Dicas de especialista para falar em público


falar em público oradora

– “Nossa, você não fica nervosa na hora de falar lá na frente?”.

Queria ganhar um real por cada vez que ouvi isso, instantes antes de subir ao púlpito. As pessoas me perguntam tanto sobre o nervosismo que eu achei que renderia um post. Inicialmente, em resposta à pergunta inicial, sim. Fernanda Montenegro diz que fica nervosa quando se apresenta em público… Se ela fica, quem é Flavia Fernandes para não ficar? Só não fica nervoso quem nao tem comprometimento com o que está fazendo.

Uma dose certa de nervosismo é até bom para te deixar alerta, desde que nao te domine. Que graça teria não sentir um friozinho na barriga, não é mesmo? Você sabia que o medo de falar em público supera o de morrer, ficar doente ou perder o emprego em 41% das pessoas?

Estabelecido que esse nervosismo é NORMAL e COMUM, podemos seguir com algumas dicas que ajudam muito a ter mais segurança e conforto:

01: Se livre de experiências negativas passadas:
Para inúmeras pessoas a origem do nervosismo está em experiências desagradáveis que tenham vivido, com medo de se repetirem, ou que tenham presenciado em terceiros, com medo que aconteçam consigo. Da mesma forma, não se permita viajar em projeções negativas do futuro. Por mais que seja compreensível e real, esse medo paralisa e deve ser combatido. Técnicas de meditação, respiração e programação ajudam muito.

02: Se ambiente com o local onde vai falar:
Quanto mais tempo você passar no local antes de falar em frente a uma plateia, mais confortável e menos inseguro você vai se sentir. Tente chegar cedo, suba ao palco, teste o microfone, os equipamentos…

03: Cuide da sua aparência
A autoestima está diretamente ligada à auto confiança. Faça o que puder para se sentir bem. Assuma seus pontos fracos e deficiências. Compense com o conteúdo e com sua essência!

04: Conheça a ti mesmo!
Tem gente que fica mais alerta com um cafezinho, mas tem gente que fica com taquicardia. Tem gente que acorda super bem depois de tomar um relaxante, mas tem gente que fica dopado… Veja que técnicas funcionam melhor para você baixar sua ansiedade.

05: Não fique imaginando que pode se sair mal.
Não se permita criar cenas mentais onde tudo pode dar errado. Se esses pensamentos vierem involuntariamente, respire algumas vezes e crie cenas mentais positivas.

06: Não se prenda a julgamentos dos outros
Ninguém pode agradar ou convencer a todos. Não crie essa expectativa. Dê o seu melhor, faça com amor, eleve o seu pensamento e pronto ! Você não tem gestão nenhuma sobre o outro.

07. Prepare uma boa introdução
Antes de entrar no conteúdo, procure ganhar a atenção e a empatia da plateia. De um tempo para eles se acostumarem com você, enquanto você se acostuma com eles também. Use humor (adequadamente). Tire uns minutos para contextualizar o assunto da sua fala e só comece quando tiver um bom rapport estabelecido.

08. Use a tecnologia ao seu favor
Os recursos tecnológicos estão aí! As pessoas são mais visuais do que auditivas. Ajude a sua plateia dando subsídios para guardar o seu conteúdo. Torne sua apresentação interessante, rica, simples e fácil de guardar com os recursos tecnológicos.

09. Se prepare bem
Sua plateia escolheu te dar tempo e neurônios para ouvir seu conteúdo. Retribua se preparando bem. Ordene suas ideias de forma que sejam simples de serem absorvidas, enriqueça com exemplos, casos… Lembre que a plateia pode estar ali cansada, depois de inúmeras falas. Use emoção, varie o tom de voz, se movimente adequadamente. E, mais importante, ensaie!

10. Seja você mesmo
Você terá mais chances de se sair bem se for autêntico, simples e verdadeiro do que se tentar passar algo diferente do que é.

Espero que as dicas tenham ajudado e, se quiser aprofundar nas técnicas de apresentação, pense um treinamento individual!

Flávia Fernandes possui mais de 16 anos de experiência em apresentação de cerimônias e eventos corporativos, mediação de debates, cursos e treinamentos de técnica de apresentação e oratória. Formada em administração de empresas, com MBA em Gestão do Conhecimento e especialização em treinamento corporativo na Suíça. E também é colunista do Debase.

Produtividade: desligue na hora das refeições


almoço pressa qualidade de vida

Um dos maiores problemas de viver com pressa é comer com pressa. E um dos grandes problemas de comer com pressa é não perceber o que se come e comer demais por conta disso (nesses casos, normalmente, comida pouco saudável). Outro fator que torna importante mastigar bem é que nosso organismo demora cerca de 20 minutos para avisar o resto do organismo que não precisa de mais comida.

Se você não der a ele esse tempo, não sobrevirá a sensação de saciedade e a consequência natural será o excesso de comida. É preciso, portanto, parar para comer. Desligar o celular é o ideal, mas se não for possível, que se responda apenas ao que for extremamente importante.

A hora da refeição deve (ou deveria) ser sagrada. Você vai ver que, se tirar esse tempo para comer com calma, sem distrações externas, vai render melhor durante o dia. O segredo, simples, que envolve a refeição e tudo mais, é que se você parar para fazer cada coisa dedicando-se somente a ela, vai render muito mais no momento seguinte.

Digamos, se você viver plenamente o momento da sua refeição, vai estar mais pronto e energizado para trabalhar depois. Por quê? Porque você esvaziou a mente. Essa é a essência da plena atenção do budismo, que consiste em se concentrar inteiramente em cada momento vivido.

Uma vez que ser “multitarefa” hoje é uma exigência, fica difícil não estar com a cabeça em vários lugares ao mesmo tempo. Mas a tentativa de viver plenamente o presente é transformadora e vale muito a pena. Seu humor vai melhorar e, sobretudo, sua produtividade. Experimente.

Luciana Guerra Malta é jornalista e dramaturga e colunista do Debase em Bem-estar e Produtividade.